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“Eu era tão discriminada como maluca”: Tatá Werneck faz discurso inspirador ao receber prêmio

Tatá Werneck recebeu na noite de ontem (27) o prêmio “Faz Diferença” do jornal O Globo na categoria TV. Ao aceitar a honra ela fez um discurso maravilhoso, e é claro, cheio de brincadeiras.

A apresentadora começou fazendo uma comparação bem humorada entre ela e Kate Middleton, por conta de complicação na gravidez. “Não sabia se eu conseguiria vir hoje, porque além de estar grávida, eu também estou com uma coisa meio ruim, hiperêmese gravídica, que você passa mal o dia inteiro. Eu fiquei triste, mas descobri que a princesa Kate também teve, aí eu fiquei muito feliz, uma doença muito chique, e a gente realmente é muito parecida”, disse Tatá. A  hiperêmese gravídica é uma complicação, na qual as mulheres grávidas sentem náuseas muito intensas durante a gestação.

Tatá também revelou como sempre foi discrimina pelo seu jeito de ser, e já sofreu com o machismo diversas vezes. “Eu fiquei pensando por que eu mereço ganhar um prêmio de quem fez diferença na TV, e pensei que na verdade a TV que fez toda a diferença na minha vida, a TV e o teatro, porque antes eu era tida apenas como uma mulher maluca. Os homens eram engraçados e as mulheres malucas”, manifestou a atriz.

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Ela deu um exemplo de uma dessas situações, de quando ainda estava na escola. “Eu lembro que o frei de uma escola fez a lista dos alunos mais bagunceiros da escola, e eram nove caras e eu, e só eu fui expulsa. Eu perguntei [o motivo], e ele falou: ‘Porque você é a única mulher, e você não tem jeito de mulher’. E eu falei: ‘Você também não tem jeito de frei’. E aí eu fui expulsa da escola e acho que até da igreja também, tenho que verificar”, recordou Tatá.

Além disso a apresentadora dedicou o prêmio a todas a mulheres e as relembrou de que podem ser o quiserem. “O olhar generoso de vocês mudou a minha história. Eu queria muito dedicar esse prêmio para todas as mulheres consideradas malucas que ainda não receberam seus prêmios. Para todas as mulheres que ainda passam por essa dúvida, que é de que em que momento elas podem ser mães. As mulheres que ainda não tem ingerência sobre suas gestações, as mulheres que tem o direito indelével de não quererem ser mães e ainda são criticadas, porque as pessoas ainda as pressionam como se elas ainda não tivessem cumprido seus papéis de mulheres, e é um direito delas, tão legítimo e tão corajoso quanto o de ser mãe. Quero dizer que o olhar de vocês me inspira muito, como esse prêmio me inspira muito, porque eu sempre acreditei que se eu não mudasse as minhas convicções, em algum momento o mundo daria uma volta e iria me encontrar, e eu acho que esse prêmio pra mim é um interseção, é esse momento de encontro onde eu me sinto pertencente a algum lugar. Então muito obrigada pelo olhar de vocês que me inspira como mulher, como cidadã, e em breve como mãe”, destacou ela.

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